Sirad X

Land grabbing is the main cause of deforestation in the Xingu basin

The Bill 510/2021 can be voted in the Senate plenary; known as “PL da Grilagem”, it intends to regularize thousands of hectares illegally deforested in the Amazon; at the top of the ranking of the most deforested Indigenous Lands, Apyterewa and Trincheira Bacajá (PA) face boom in invasions

Grilagem é a principal causa do desmatamento na bacia do Xingu

O Projeto de Lei 510/2021 pode ser votado no plenário do Senado; conhecido como “PL da Grilagem”, pretende regularizar milhares de hectares desmatados ilegalmente na Amazônia; no topo do ranking das Terras Indígenas mais desmatadas, Apyterewa e Trincheira Bacajá (PA) enfrentam boom de invasões

Under Bolsonaro, illegal mining in the Kayapó Indigenous Land has exceeded by 30% the total destroyed in the last 40 years

In manifest, 60 villages of the Kayapó people repudiate a bill that intends to legalize mining in their territories; more than 5,700 illegal mining outbreaks were detected between 2018 and 2020 in Indigenous Lands and Conservation Units in the Xingu basin

Sob Bolsonaro, mineração ilegal na Terra Indígena Kayapó superou em 30% total destruído nos últimos 40 anos

Em manifesto, 60 aldeias do povo Kayapó repudiam projeto de lei que pretende legalizar a mineração em seus territórios; mais de 5,7 mil focos de garimpo foram detectados entre 2018 e 2020 em Terras Indígenas e Unidades de Conservação na bacia do Xingu

Deforestation in the Xingu river basin advances with the Bolsonaro government and puts at risk a 'green shield' against the desertification of the Amazon

Monitoring of the Xingu + Network shows that, between 2018 and 2020, 513,500 hectares were deforested in the Xingu basin, equivalent to six times the city of New York (USA). One of the epicenters was a forest strip that maintains the humidity of the biome

Desmatamento no Xingu avança com governo Bolsonaro e põe em risco ‘escudo verde’ contra a desertificação da Amazônia

Monitoramento da Rede Xingu+ mostra que, entre 2018 e 2020, 513,5 mil hectares foram desmatados na bacia do Xingu, o equivalente a seis vezes a cidade de Nova York (EUA). Um dos epicentros foi faixa de floresta que mantém a umidade do bioma